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Fotografias da notável vila de Castelo de Vide

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Fotografias da notável vila de Castelo de Vide

Estacao de Ferroviária de Castelo de Vide

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Estacao de Ferroviária de Castelo de Vide

 

Descrição

Localização

Esta interface encontra-se junto à localidade de Castelo de Vide.

Vias de circulação e plataformas

Em Janeiro de 2011, apresentava 2 vias de circulação, ambas com 215 metros de comprimento, e uma plataforma, com 95 metros de extensão, e 40 centímetros de altura.

Painéis de azulejo

A estação está decorada com vários painéis de azulejo com pintura hiper-realista, retratando vários aspectos da vivência tradicional, e alguns monumentos da vila, como o quadro "Fonte da Vila", contrastando com molduras rectilíneas de carácter modernista, policromadas e com desenhos de elementos vegetalistas. Os azulejos são da autoria de Jorge Colaço, e foram produzidos pela Fábrica Lusitânia.

 

História 

Inauguração e expansão

A construção do Ramal de Cáceres iniciou-se em 15 de Julho de 1878, pela Companhia Real dos Caminhos de Ferro Portugueses; a abertura ao serviço deu-se no dia 15 de Outubro do ano seguinte, mas a inauguração oficial só foi realizada em 6 de Junho de 1880. A abertura desta estação possibilitou um aumento nas relações comerciais, melhorando consideravelmente a situação económica da localidade de Castelo de Vide.

Ligação prevista a a Fratel e Estremoz

Um decreto de 27 de Junho de 1907 previu a construção de uma linha entre Estremoz, na Linha de Évora, e Castelo de Vide, que devia estar concluída no prazo de 3 anos.

Uma comissão técnica, reunida em 1929 para estudar as ligações ferroviárias em Portugal, apresentou uma proposta para uma linha de via larga, ligando Fratel, na Linha da Beira Baixa, a Estremoz, passando por Castelo de Vide.

Nos princípios da Década de 1930, foi renovado o macadame da estrada de Póvoa e Meadas até Castelo de Vide e a estação ferroviária, um melhoramento que foi muito importante devido ao mau estado em que a estrada se encontrava.

Século XXI

No dia 1 de Fevereiro de 2011, a empresa Comboios de Portugal terminou todos os comboios Regionais no Ramal de Cáceres, ficando esta estação sem quaisquer serviços.

 

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in "https://pt.wikipedia.org"
  

Revestimento cerâmico da Igreja de Nossa Senhora da Alegria, Castelo de Vide

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Revestimento cerâmico da Igreja de Nossa Senhora da Alegria, Castelo de Vide

 

Categoria: Azulejo


Nota Histórica: Os azulejos de padrão da Igreja de Nossa Senhora da Alegria encontram-se aplicados no interior e também no exterior do edifício, numa manifestação rara da presença de elementos cerâmicos de padronagem sobre o portal principal e a envolver e a revestir o nicho com a imagem da padroeira do templo, ela própria em cerâmica com a legenda pintada no azulejo que lhe serve de plinto: N.S.DA / ALEGª / RIA. 

O interior, integralmente revestido por azulejo de padrão do século XVII, constitui, com a a Igreja de São Tiago e da Senhora da Penha, um significativo testemunho do gosto por este género de aplicação cerâmica, com padrões muito semelhantes entre si, na vila de Castelo de Vide.

 

in "http://www.fontedavila.org"
 

Revestimento cerâmico da Igreja de São Tiago Maior, Castelo de Vide

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Revestimento cerâmico da Igreja de São Tiago Maior, Castelo de Vide

 

Categoria: Azulejo


Nota Histórica: Integralmente revestida por azulejo de padrão do século XVII, a Igreja de São Tiago constitui, com a Igreja de Nossa Senhora da Alegria e da Senhora da Penha, um significativo testemunho do gosto por este género de aplicação cerâmica, com padrões muito semelhantes entre si, na vila de Castelo de Vide. 

 

in "http://www.fontedavila.org"
 

Revestimento cerâmico da Capela de Nossa Senhora da Luz, Castelo de Vide

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Revestimento cerâmico da Capela de Nossa Senhora da Luz, Castelo de Vide

 

Categoria: Azulejo


Nota Histórica: A Capela de Nossa Senhora da Luz apresenta um painel de azulejos figurativos, representando Nossa Senhora da Luz, sobre o portal, e, no interior, revestimento de azulejos de padrão, na nave, e de enxaquetados, na capela-mor.

 

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Monumentos de Homenagem a Salgueiro Maia, Castelo de Vide

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Monumentos de Homenagem a Salgueiro Maia, Castelo de Vide

 

CONTEMPORÂNEA
Séc. XX
20th Century


Filho ilustre desta terra quiseram os Castelo-Videnses, camaradas, amigos e família perpetuar a memória do Homem do 25 de Abril de 1974 homenageando-o erigindo três monumentos - dois no centro histórico da vila e outro na zona moderna, um espaço de lazer.

 

O primeiro data de 1994 e foi inaugurado aquando das comemorações dos 20 anos do 25 de Abril, junto aos castelo. No ano de 2004 foi colocada uma lápide junto à casa onde este militar nasceu: Rua de Santo Amaro, por ocasião do 60º aniversário do seu nascimento. O mais recente foi a inauguração, em 2005, de um busto no Parque 25 de Abril.

 

in "http://www.cm-castelo-vide.pt"
 

Forte de São Roque, Castelo de Vide

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Forte de São Roque, Castelo de Vide

 

O Forte de S. Roque é um exemplo de arquitectura militarmoderna abaluartada, constituído por quatro baluartes dispostos nos vértices depolígono interno que forma um rectângulo com porta de acesso a NW.

 

Foi mandado edificar por Manuel Azevedo Fortes entre1705-1710, governador da Praça de Castelo de Vide.

 

Esta construção é feita em alvenaria de pedra à fiadacom argamassa de cal, escarpada do lado exterior e com terraplenos do ladointerior. Os baluartes são pontiagudos com guaritas em tijolo maciço erebocadas. Os materiais usados são: a pedra (granito), tijolo, cal, calhidráulica, areia e terra. O Forte de S. Roque, assim como toda a fortificaçãode Castelo de Vide foram alvo de várias intervenções, a última das quais em2002. 

 

in "http://www.cm-castelo-vide.pt"
 

Menir da Meada, Castelo de Vide

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Menir da Meada, Castelo de Vide

 

Categoria: Arqueologia


Tipologia: Menir


Localização: Tapada do Cilindro; Meada; Curral da Argola; Represa / Freguesia: Santa Maria da Devesa - secção J; prédio 17; parcela 3 / Coordenadas UTM - 29SPD33777317


Freguesia: Santa Maria da Devesa


Protecção Legal: Em Vias de Classificação (Homologado - MN Monumento Nacional) (Despacho de 18 de Março de 1997)


Nota Histórica: Trata-se de um monólito granítico, cuja configuração é cilindriforme-fálica, com 7m. de altura e um diâmetro máximo de 1,25m. Em 1993 foi sujeito a uma intervenção de restauro e consolidação, que permitiu a união das duas partes fragmentadas. Das diversas interpretações para a prática de se erguerem pedras isoladas na paisagem pré-histórica assume particular aceitação a explicação para os menires serem os actuais testemunhos materiais de ancestrais cultos à fertilidade da terra. Esta ideia sustenta-se no facto de, no período correspondente à cultura megalítica, as primitivas comunidades caçadoras e recolectoras Terem evoluído para novas sociedades agro-pastoris, onde, consequentemente, a terra passou a deter uma importância vital e preponderante para a subsistência e economia dos povos.

Descrição:
Monólito de granito porfiróide de grão grosseiro. Possuí configuração cilindriforme e está erecto fincado no solo. A extremidade apresenta-se afilada - nesta zona é facilmente perceptível uma glande, em relevo, algo desgastada pela erosão, que envolve diagonalmente todo o monólito, evidenciando, assim, uma representação fálica. Antes de serem efectuados os trabalhos com vista a restituir-lhe o seu aspecto original, o menir apresentava-se partido em duas porções, em que a base, in situ, emergia do solo 1,34m e encontrava ligeiramente inclinada para poente. A outra porção, a de maiores dimensões encontrava-se tombada, igualmente para poente. A zona de fractura nessas duas porções encontrava-se significativamente alterado, daí resultando uma maior dificuldade para a união das superfícies. 

 

in "http://www.fontedavila.org"
 

Muralhas, Castelo de Vide

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Muralhas, Castelo de Vide

 

A pequena fortaleza primitiva viu crescer à sua volta um aglomerado populacional que procurava protecção dos ataques dos inimigos em épocas de guerra.

 

O alargar do casario no pequeno planalto adjacente à fortaleza e o número sempre crescente dos que procuravam a sua protecção, tornou-a demasiado pequena para receber tanta gente em caso de perigo.

 

D. Afonso Sanches, filho de Afonso III, recebe de seu pai entre várias terras o lugar da Vide que, volvidos anos, teria de entregar ao irmão D. Dinis coagido pela força das armas.

 

Nesta altura ainda a Vide merecia de Rui de Pina o comentário de que era "lugar então mais chão que forte".

Afonso Sanches começara as obras de restauração da fortaleza e construção das muralhas que passariam a envolver todo o casario que crescera junto aos seus muros.

 

Como já dissemos, esta obra foi continuada por D. Dinis e completada no reinado de seu filho D. Afonso IV que, para assinalar o facto, coloca sobre a porta principal uma inscrição comemorativa em mármore envolvida por uma moldura de granito decorada com semi-esferas.

 

Depois desta época as obras limitaram-se a reparar o reduto primitivo tornado insuficiente para conter a explosão demográfica que obriga Manuel de Azevedo Fortes a empreender em 1710 as obras de construção de uma nova cintura de muralhas para proteger as habitações que então já ocupavam uma área considerável.

 

A cintura de muralhas terminadas no reinado de D. Afonso IV apresenta uma forma poligonal alongada sub-rectangular estendida no sentido nascente poente.

 

Devido aos acidentes de terreno ora ondeia, seguindo as curvas de nível, ora sobre e desce, ora se estende rectilínea.

 

De qualquer lado que nos debrucemos, a muralha como que se continua no escarpado das encostas eriçadas aqui e ali de rochas graníticas, sérios obstáculos para quem se aproximasse.

 

Os muros protectores apresentam múltiplas cicatrizes provocadas pelas máquinas de guerra: catapultas, trons, bombardas e canhões.


Estas feridas foram tapadas mais ou menos apressadamente e, porque foram feitas em épocas diferentes, distinguem-se pela técnica de construção apresentando variados tipos de aparelho.

 

in "http://www.cm-castelo-vide.pt"

 

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FORTIFICAÇÕES ABALUARTADAS: envolvem a vila exterior às muralhas medievais, a partir do Meio Baluarte dos Cavalinhos e no sentido dos ponteiros do relógio: três tramos de cortina até à Estrada de Circunvalação, onde a cortina é interrompida, tramo de cortina até à Porta Nova, Porta Nova, pequeno tramo de cortina, Meio Baluarte do Cipresteiro, Arco de Santa Catarina (porta), quatro tramos de cortina, Forte de São Roque (PT041205020073), conjunto formado por redente e cortina, a NO. e meio baluarte e cortina, a SE., interrompido pela zona do Parque João José da Luz, Tenalha do Pangaio, Meio Baluarte dos Loureiros, cortina, interrupção na zona da EN 246-1, antigo Meio Baluarte da Porta Falsa, cortina, Redente de São João, zona da antiga Porta de São João, cortina, Meio Baluarte do Curral, interrupção, Redente do Pate (ou Paté), Redente do Cabo da Aldeia.

 

in "http://www.monumentos.pt"